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6.3.11

Zenit 1-0 CSKA, Supertaça da Rússia

O Zenit venceu e os adeptos fizeram a festa


O Zenit, de Fernando Meira, Bruno Alves e Danny, conquistou a Supertaça da Rússia, ao derrotar o CSKA Moscovo (1-0), adversário do F.C. Porto nos oitavos-de-final da Liga Europa.

O trio luso esteve em campo durante os 90 minutos. Ionov saltou do banco para marcar o único golo da partida, aos 73 minutos. A assistência foi de Semak, ex-jogador do CSKA.

A formação de São Peterburgo conquistou a sua segunda Supertaça, depois de ter garantido o troféu em 2008. O CSKA conquistou quatro Supertaças.

CSKA: Akinfeev, V. Berezutski, Ignashevich, Nababkin, Shennikov, Aldonin, Mamaev, Dzagoev (Necid, 80), Honda, Vagner Love, Doumbia.


Bruno Alves

«O CSKA está perfeitamente ao alcance do F.C. porto, apesar de ser uma equipa forte, que sabe utilizar bem os espaços»
«Acho que o F.C. Porto pode fazer um bom resultado em Moscovo e passar à fase seguinte, mas é um jogo que deve ser bem preparado. Os jogadores do F.C. Porto devem aquecer bem e preparar-se bem para o frio, para que possam entrar bem no jogo. Acho que é um problema superável.»


Danny



«O CSKA é uma equipa difícil, muito bem organizada, mas, tendo em conta o valor da equipa do F.C. Porto e o bom momento que está a passar, acho que está ao seu alcance. Acredito que vai fazer um bom resultado em Moscovo.»







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FC Porto 2-0 Guimarães: James descomplica mais um jogo

O jogo começou com uma novidade e um lamento. A novidade era a substituição de Otamendi por Maicon, o lamento por não haver casa cheia nem perto disso, o que merece séria reflexão.

Quanto ao jogo propriamente dito, novamente há 2 partes completamente distintas, uma a dormir para na outra acordar forçosamente.
Tal como sucedeu em Olhão, a equipa entrou lenta e previsível, à espera que o golo caísse naturalmente. Em Olhão Hulk tentava furar quase por sua própria conta o adversário, hoje foi muito à conta dos livres e cantos de James, que invariavelmente foram mal aproveitados por Maicon, Varela, Falcao e companhia.

Mais uma vez sentiram-se nervos e pressão na equipa. A ausência de Hulk retirou a referência que muitos têm, passar para ele, que depois decide o que fazer. Varela sentiu essa pressão, não conseguiu ser Hulk, mas também não se escondeu do jogo. Tentou e deu aquilo que lhe era possível.

Belluschi foi das principais desilusões do jogo. Completamente desconcentrado e desastrado, demorou imenso a sair, a sua cabeça não estava ali em campo. E assim as coisas complicam.
Tal como em Olhão a primeira parte foi péssima para Falcao, que não acertava remates, recepções ou passes.

James servia na perfeição os colegas com o seu mágico pé esquerdo, mas ninguém correspondia e assim a penosa primeira parte chegava ao fim, com mais 45 minutos oferecidos de avanço. 

Teria de haver terapia de choque no balneário, exigia-se uma reviravolta na situação como em Olhão, mas desta feita André Villas-Boas não alterou peças ao intervalo.
O Guimarães encostou lá atrás, o Porto ia acelerando mas o tempo ia correndo sem cheirar a golo, cenário que só se alterou após um momento de génio de James complementado pela exímia capacidade finalizadora de Falcao.
Um passe brilhante de desmarcação e um remate indefensável de 2 jogadores brilhantes "made in" Colômbia.

A partir daí, tal como em Olhão, de repente tudo parecial sair bem. Tudo parecia mais fácil, antevia-se que agora ia entrar tudo, tal foi a transformação.
A equipa está a entrar demasiado nervosa em campo, peso que só consegue afastar notoriamente após o primeiro golo, que tem demorado nestes últimos jogos.

Mas a avalanche que se seguiu não foi traduzida em tantos golos como os que se desejariam, o que levou a que nos instantes finais o artista Jorge Sousa tentasse fazer com que o seu patrão lhe desse um prémio especial, o que se faz em pleno Dragão sem qualquer complexo...(isto tem de mudar!!!)

Depois de Rúben Micael falhar um golo isolado, Cristian Rodríguez na mesma situação não perdoou, curiosamente os jogadores que mais têm desiludido esta época na votação que está a decorrer aqui no blogue.

O Guimarães não exigia tanto sofrimento, não há necessidade da equipa entrar sob brasas tão intensas em campo, felizmente a vitória caiu novamente nas mãos de quem mereceu. 


Uruguai-Colômbia
Como podem reparar, está uma bandeira de cada um destes países na imagem do post, nada mais justo.
3 Uruguaios e 3 Colombianos foram a grande base do sucesso desta noite, Álvaro Pereira e Fucile nas laterais mais Cristian Rodríguz na recta final, juntamente com James, Falcao e o "tanque" Guarín também na recta final trouxeram alma, magia e força necessárias para levar de vencida a equipa de Guimarães.

James
Importa reflectir. O puto de 19 anos chegou este ano à Europa, ao País, ao clube.
Até Dezembro pouco ou nada tinha jogado, muitos nem davam pela sua existência, outros fãs conhecedores da sua valia protestavam pelo seu afastamento, a imprensa ia dando conta que o cenário de empréstimo seria a saída inevitável.
James não engana, seria um crime ter tal diamante encostado, a razão estava do lado dos que clamavam pela sua presença na equipa.
É importante recordar estas últimas 2 partidas.
Em Olhão, num jogo quente em ambiente adverso, com a equipa sobre brasas e o cronómetro a correr em velocidade estonteante James entra ao intervalo e assume o jogo. Não foge, não se esconde, não se encosta à linha a testar dribles para o Youtube. 
Pega na bola, delineia jogadas, impõe ritmos. Tenta descortinar qual o colega em melhor posição e faz os impossíveis para o passe sair na perfeição para o colega. Sem ponta de egoísmo nas suas acções.
Está nos 3 golos em Olhão, hoje é ele quem desbloqueia novamente o jogo, quando não há Hulk, quando a equipa está nervosa e a bola "queima" em muitos jogadores maduros.
Uma vénia a este diamante.

Tratem lá de comprar os 70 e tal por cento que anda por aí dispersado, que ter apenas 25% de James é crime, ou devia ser.




Golos:








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5.3.11

FC Porto - benfica (hóquei) em directo aqui no blogue às 17:45h

Transmissão encerrada.

FC Porto 7-5 benfica
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Dragão na TV



Em vez de uma Benfica TV azul e branca, um canal generalista inspirado pelo dragão foi a decisão tomada pelo FC Porto para o alargamento da sua plataforma comunicacional, num gesto que Pinto da Costa considera ainda um contributo para "reanimar este Norte, que está moribundo por vontade dos sulistas" (ler declarações à parte). O contrato foi assinado na última quarta-feira, entre os dragões e a proprietária espanhola MEDIApro, prevendo a possibilidade de envolvimento na gestão do Porto Canal ou mesmo, numa etapa futura, a participação no capital da estação televisiva. Pelo menos até essa altura, o negócio não implicará um grande esforço financeiro para os portistas.

Num comunicado pouco revelador, o FC Porto estabelece como objectivos do projecto reforçar a expressão pública e promover a marca e promete mais novidades "aquando da fase de concretização das intenções acordadas", o que deverá suceder, sabemos, durante o defeso da época desportiva. Do outro lado da mesa, o Porto Canal congratula-se com a possibilidade de "assumir uma dimensão reforçada no panorama televisivo português". Em conversa com O JOGO, mas muito circunscrita, o director-geral Juan Figueroa limitou-se a elogiar a dimensão do FC Porto, cujo interesse entende como confirmação do "bom trabalho desenvolvido" desde 29 de Setembro de 2006, dia em que se iniciaram as emissões.

Presente nas grelhas digitais da ZON, Clix e MEO, o Porto Canal tem, naturalmente, um âmbito regional, muito centrado nos concelhos do Grande Porto e sustentado pelas autarquias, empresas e universidades locais, em particular a pública. Esse enraizamento acabou por encaixar bem nos estudos que os dragões fizeram a respeito da criação de um canal televisivo próprio, hipótese essa que a análise aos dados recolhidos desaconselhou, por concluir que uma versão azul e branca da Benfica TV não ajudaria à implementação do conceito pretendido, ao contrário de um canal genérico, de programação tradicional e alma azul e branca.

Outra característica essencial, e que será mais verosímil numa empreitada assim, é o pressuposto de que não haja custos para o FC Porto. Se for o clube a gerir a estação, as despesas terão de ser cobertas pelas receitas. O negócio, de resto, não implicará dispêndios, pelo menos nas etapas iniciais. Passará a implicar quando, e se, a entrada no capital for concretizada.




 "Tudo o que havia para dizer está expresso sucintamente no nosso comunicado, apenas poderei acrescentar que, como em todos os projectos do nosso clube, vamos privilegiar a qualidade"

 "Este é o primeiro passo de uma acção que serve para beneficiar o nosso clube e reanimar este Norte que está moribundo por vontade dos sulistas e de alguns nortenhos com os olhos postos na capital".




Charles Biétry 






 



Opinião do ex-presidente do PSG e ex-director do Canal Plus 











Outras reacções:

"Sendo uma instituição nacional e da região Norte, mais uma vez, associando-se ao Porto Canal, o FC Porto presta um grande serviço ao Norte e ao país
Renato Sampaio
PS (Porto)


"Dado que o Porto Canal é um canal regional e o FC Porto um símbolo nacional da nossa região, vejo essa aquisição de forma bastante positiva
Marco António
PSD (Porto)


"O Porto Canal tem vindo a afirmar-se e analiso essa associação Porto Canal-FC Porto como uma boa jogada do senhor Pinto da Costa
Valentim Loureiro
autarca


"Pode ser uma associação entre duas entidades da cidade que se apoiam mutuamente para combater a extorsão permanente vinda da capital
Paulo Morais
professor


"É mais pluralista, ao contrário do canal do Benfica, que é só para fanáticos. Ter o Porto Canal é mais inteligente do que ter uma televisão própria
Manuel Serrão
empresário


"Se a entrada do FC Porto na estrutura do Porto Canal for para lhe dar qualidade e representar a cidade e a região Norte, aplaudo a ideia
Germano Silva
jornalista
e escritor


"Há que saber qual a estratégia do FC Porto, se vai ser sócio minoritário ou maioritário. Se vai ou não influenciar o Porto Canal
Camilo Lourenço
jornalista


"Resta saber se o FC Porto quer fazer do Porto Canal um canal de futebol, à semelhança de outros clubes europeus
Pedro Marques Lopes
comentador


"Associado a um canal de TV, o FC Porto poderá divulgar as suas actividades ao mesmo nível que outros grandes clubes europeus já o fazem"
Jorge Araújo
ceo da team work

in ojogo

*Ainda estou atordoado com a "boa nova";)
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4.3.11

O desavergonhado sistema vermelho



Luís Guilherme confirma os dados avançados por Bola Branca sobre a nomeação de Carlos Xistra para o Sp. Braga-Benfica e desmente Vítor Pereira. Recorde-se que ontem BB anunciou, às 12h45, que a Comissão de Arbitragem desvirtuou a regra estabelecida por Pereira desde que iniciou o mandato, segundo a qual um árbitro com nota negativa vai para a 'jarra', no jogo seguinte.
Carlos Xistra teve 'negativa' no Nacional-Sporting e não poderia ter sido nomeado para o Sp. Braga-Benfica. Depois da notícia dada a conhecer por BB, a Comissão de Arbitragem colocou um funcionário da Liga a contactar as redacções dos jornais, tentando desmontar o assunto alegando que não tinha mais internacionais disponíveis.

Mas como revelámos, Vítor Pereira tinha mais três internacionais disponíveis: João Capela - que até vai arbitrar o Trofense-Penafiel; Olegário Benquerença - que apenas pediu dispensa para o fim-de-semana de 12 e 13 de Março; e Bruno Paixão - que esteve e está disponível para o fim de semana.

O presidente da APAF, Luís Guilherme, confirma totalmente os dados revelados por BB desmentindo a versão da Comissão de arbitragem da Liga.
«Falei com eles e disseram-me que estavam disponíveis», revelou Guilherme, que confirma a disponibilidade de Olegário Benquerença e Bruno Paixão para o fim de semana, o que desmente em absoluto as explicações da Comissão de Arbitragem da Liga. 

O lídera da APAF refere que a norma está em vigor e «deveria ser aplicada a todos da mesma forma», o que não aconteceu nesta jornada 22.
   
Nesta entrevista a BB, Luís Guilhrerme confirma que «o ambiente não é o melhor entre árbitros e Comissão de Arbitragem», esperando que na próxima acção de formação, os problemas que estão 'à vista', possam ser resolvidos internamente.

Em Braga, a nomeação de Xistra 'caiu mal'. Em comunicado, os arsenalistas expressaram "admiração", questionando "os critérios da Comissão de arbitragem, mas sem colocar em causa a qualidade do árbitro. Ainda assim, a SAD minhota não se fica por aí e solicita um esclarecimento cabal dos pedidos de dispensa apresentados por Pedro Proença e Duarte Gomes para este fim-de-semana.
                 
O central Rodriguez desejou hoje «um bom trabalho do árbitro, bem como dos jogadores» no jogo de Domingo.

in RR


* Eu diria que isto é escandaloso, se não assistisse ao "festival" de impunidade e de falta de vergonha de todos os peões do sistema vermelho. Se eles agridem quem querem em directo na tv, criam as suas próprias regras dentro da Liga dignas de um estado ditatorial, isto será o quê?

Não é preciso ser bruxo para saber que o "peão" Vitor Pereira aparecerá com a maior "lata" do mundo, inventando e mentindo impunemente, como de todas as outras vezes.
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FC Porto - Guimarães, Sábado às 19:45h (TVI)


Sem Hulk, mas com casa cheia (espero eu), o objectivo é o de sempre: Vencer!

Passar mais um obstáculo, que por coincidência é aliado do regime, outro clube do Norte que se vergou aos lá de baixo.
Por isso qualquer pisadela extra tem mais sabor, que é como quem diz, se entrarem mais golos do que os estritamente necessários... a malta agradece pois tem um saborzinho especial.

Eles já avisaram que não vão abrir as pernas como fizeram com os seus amigos, a "receita" da turma de Olhão serviu perfeitamente para ver o quão incentivados os Minhotos devem estar.

Lutar, ganhar, passar mais um obstáculo rumo ao título. Todos juntos! Vamos lá!

Ambiente FC Porto - Guimarães (2005/06)

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3.3.11

Jornalismo sério só lá fora, ora vejam...


Porto's decision to gamble on the inexperienced
Andre Villa Boas has paid huge dividends.

There's a team in Europe that is still in the hunt to win every competition this season. A club which is dominating its league, ahead of its perennial archrival, which itself is having, statistically at least, a great season. Its numbers, across all competitions, are frighteningly good: Played 40, Won 33, Drawn 4, Lost 3.

Another column extolling the virtues of Barcelona?

Think again. This particular team has actually won the same number of games as Barca, while drawing and losing fewer. And, unlike the Catalans, it's still undefeated in the league, where it has won an outrageous 19 of 21 matches.

I'm talking about Porto, one of the truly amazing success stories of 2010-11. And to think this was supposed to be a transition year, following the sale of its midfield general, Raul Meireles, and its defensive stalwart, Bruno Alves. The club replaced them with Joao Moutinho and Nicolas Otamendi and while the former has been a solid contributor, the latter has been slowed by injuries. Beyond that, it's largely the same crew as last season.

With one important difference: the manager, Andres Villas Boas. And, at just 33 years old, Villas Boas was arguably the biggest roll of the dice of all. Before taking the job in the summer, he had just 23 games worth of managerial experience. Talk about being fast-tracked.

Villas Boas took over Academica de Coimbra in October 2009, with the club stuck in last place. By the end of the season, it finished a respectable 11th and reached the semifinal of the Portuguese League Cup. But we'd be kidding ourselves if that feat alone persuaded one of the most historic clubs in Europe to place its faith in a guy with zero experience as a professional footballer -- let alone one at an age when most future coaches are still plying their trade on the pitch. What played a huge part was his apprenticeship as a coach under one Jose Mourinho. The pair hooked up at Porto when Mourinho took over in 2002 and he soon become one of the Special One's most trusted advisers. So much so that Mourinho took him along when he moved to Chelsea in 2004 and then on to Inter in 2008.

But it's not as if Villas Boas owes his career to Mourinho. If anything, he was something of an enfant prodigy in his own right, landing a job in Porto's scouting department way back in the late 1990s when still a teenager. As the story goes, he lived in the same building as then coach Bobby Robson and, because he spoke good English, harassed the late Robson into reading some of his meticulously compiled scouting reports. The Geordie legend was suitably impressed, first by the young man's enthusiasm and persistence, later by the detail and depth of his analysis.

Maybe that's why he admits he tries to "duck comparisons" between himself and The Special One. "We do not have the same character and personality. We communicate and work differently."
Villas Boas knows he's precocious and knows the comparisons are inevitable -- we in the media like our stories plain, simple and linear -- but he's also his own man. Indeed, while Porto's 4-3-3 is vaguely reminiscent of Mourinho's in some respects, it's a more attack-oriented outfit and, tactically, looks more sophisticated.

Porto's success this year isn't just down to the manager. It's also down to the fact that it's one of the best run clubs in Europe, an organization that understands its role in the global pecking order. It's a big fish in a small pond that, most years, needs to compete in the wider pond of continental soccer. And that means constant reinvention, because you become a victim of your own success almost every year in the sense that you lose your best players to wealthier rivals.

In the last four years, Porto has lost not just the aforementioned Raul Meireles and Bruno Alves, but also the likes of Lucho Gonzalez, Lisandro Lopez, Aly Cissokho, Ricardo Quaresma, Jose Bosingwa, Pepe and Anderson ... that's nearly a quarter of a billion dollars worth of talent. Replacing that player drain goes beyond the manager. To do it effectively you need a first-rate scouting system, a general manager capable of getting the right guys at the right price and a willingness to gamble.

This season it has all paid off. And the good news is that, despite having suitors from all over Europe, Villas Boas has pledged to stay at least another year and test himself in the Champions' League. To many, it's just a steppingstone as Villas Boas seems destined to follow in the footsteps of Mourinho and take the realms of a larger club. But even if he does go a year or two from now, Porto will be ready. They're used to showcasing talent and watching it leave. And usually they don't miss a beat when it happens.


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